terça-feira, 31 de dezembro de 2013

RECEITA DE ANO NOVO

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo, 
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, 
mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade

O Ano será Novo, sempre que nós aproveitarmos as 365 oportunidades que Deus vai colocar em nossas vidas.

FELIZ ANO DE 2014

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013



ORAÇÃO À SAGRADA FAMÍLIA

Jesus, Maria e José,
em Vós, contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
a Vós, com confiança, nos dirigimos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
escolas autênticas do Evangelho
e pequenas Igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais se faça, nas famílias, experiência
de violência, egoísmo e divisão:
quem ficou ferido ou escandalizado
depressa conheça consolação e cura.
Sagrada Família de Nazaré,
que o próximo Sínodo dos Bispos
possa despertar, em todos, a consciência
do carácter sagrado e inviolável da família,
a sua beleza no projecto de Deus.
Jesus, Maria e José,
escutai, atendei a nossa súplica.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013



A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão.

Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil! 

Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão. Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um voo firme e pleno. Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.

Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses, "renascida", sai para o famoso voo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.

Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar, por algum tempo, e começar um processo de renovação. Devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, e, outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. Um voo de vitória.

Somente quando livres do peso do passado (pesado), poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo voo para uma nova vida.

Um voo de vida nova e feliz, um voo no qual, está prestes a começar.

Feliz  ano  de  2014.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013


Eis a letra de um vilancico espanhol (“A pequena canção das nações”) que nos apresenta os povos em santa porfia tentando entrar os primeiros a adorar o Menino Jesus na Gruta de Belém.

Ouvi e prestai atenção, ó senhores!
E vereis na Gruta de Belém
Que chegam várias nações
Para adorar o Menino Jesus.

“— Só entra o Aragão!”
“— Entrará só a Catalunha!”
“— Primeiros serão os de Mallorca!”
“— Valencianos passarão na frente!”
“— Eu sou um Monsieur da Gasconha!”
“— Saia daí, seu Monsieur da Gasconha, que aqui não há lugar!”

“— Cabe a Mallorca ser a primeira a entrar na Gruta!”
“— Para adorar a Deus, corresponde a Valencia o primeiro lugar!”
“— Chega de tanta briga, os catalães vão passar!”
“— Coisa bonita, coisa galante, eu já falei ao bom Monsieur que não há lugar para ele neste lugar!”
“— Chega todo mundo de disputar, e que o famoso catalão cante para nós uma bela canção:

— “Vamos todos à Gruta...”

sábado, 21 de dezembro de 2013

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013





Entre os muitos costumes do Natal cujas origens nem muitos sabem, figura a de montar uma coroa de galhos de pinheiro – ou equivalente – ornada com flores, frutas, bolas, fitas, muita imaginação e o mais importante: quatro velas.

Trata-se da “Coroa do Advento”. 

A palavra Advento vem do latim adventus e significa “vinda” ou “chegada”. 

O período litúrgico do Advento foi instituído pelo Papa São Gregório I Magno para preparar os fiéis para a vinda de Cristo. 

O Advento começa quatro domingos antes do Natal e marca o início do ano litúrgico.

No século XVI na Alemanha apareceu o costume de montar a Coroa de Advento para ir marcando os domingos que faltavam até o Natal. 

Em cada domingo acendia-se uma das velas, de maneira que quando todas estivessem acessas o Natal era iminente. 

Também em muitas famílias ou igrejas se acrescenta no centro uma grande vela branca. Essa quinta vela é acessa na Noite de Natal. 

Na Alemanha há muitas variantes em torno da ideia central e tradicionalmente as velas são vermelhas, que é a cor do fogo da graça e da Luz que o Menino Jesus vem trazer ao mundo. 

Porém, na Suécia, elas são brancas para evocar a pureza da festa e, na Áustria são roxas, cor litúrgica do Advento, e simbolizam a penitência que nos prepara para bem receber o divino Redentor.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Homilia do papa Francisco: Senhor, livra o teu povo do clericalismo
Pontífice explica que todos os batizados são profetas
Por Redacao
ROMA, 16 de Dezembro de 2013 (Zenit.org) - Quando falta a profecia na Igreja, falta a própria vida de Deus e predomina o clericalismo, disse o papa Francisco na homilia desta terceira segunda-feira do Advento, ao celebrar a missa na Casa Santa Marta.

O profeta, disse o papa ao comentar as leituras do dia, é aquele que escuta as palavras de Deus, sabe enxergar o momento e projetar o futuro. “Ele tem dentro dele esses três momentos”: o passado, o presente e o futuro.

“O passado: o profeta é consciente da promessa, ele tem no coração a promessa de Deus, a mantém viva, se lembra dela, a repete. Depois ele olha para o presente, para o seu povo, e sente a força do Espírito para dizer uma palavra que o ajude a se levantar, a continuar no caminho em direção ao futuro. O profeta é um homem de três tempos: promessa do passado, contemplação do presente, valentia para apontar o caminho rumo ao futuro. Nosso Senhor sempre protegeu o seu povo, com os profetas, nos momentos difíceis, nos momentos em que o povo se desanimava ou era destruído, quando não tinha o templo, quando Jerusalém estava sob o poder dos inimigos, quando o povo se perguntava: ‘Mas, Senhor, tu nos fizeste essa promessa! O que está acontecendo agora?’”.

É o que “aconteceu no coração de Maria”, explicou o pontífice, “quando ela estava aos pés da cruz”. Nessas horas “é necessário o agir do profeta. E o profeta nem sempre é bem recebido. Muitas vezes ele é rejeitado. Jesus mesmo disse aos fariseus que os pais deles assassinaram os profetas, porque os profetas diziam coisas que não eram agradáveis: diziam a verdade, recordavam a promessa! E quando falta a profecia no povo de Deus, falta a vida do Senhor! (...) Quando não há profecia, predomina o legalismo”. Assim, no Evangelho, “os sacerdotes pediam a Jesus a cartilha da legalidade: ‘Com que autoridade fazes tais coisas? Nós somos os senhores do templo!’. Eles não entendiam as profecias. Tinham se esquecido da promessa! Eles não sabiam ler os sinais do momento, não tinham nem olhos penetrantes nem tinham escutado a Palavra de Deus: só tinham a autoridade!”.

“Quando não há profecia no povo de Deus, o vazio é ocupado pelo clericalismo: e é esse clericalismo que pergunta a Jesus: ‘Com que autoridade tu fazes estas coisas? Com que legalidade?’. E a memória da promessa e a esperança de seguir em frente ficam reduzidas apenas ao presente, sem passado e sem um futuro esperançador. O presente é a legalidade: se isso é legal, então vá em frente”.

Mas quando reina o legalismo, “a Palavra de Deus fica de fora e o povo de Deus chora no seu coração, porque não encontra o Senhor: falta a profecia”. Ele chora “como chorava a mãe Ana, a mãe de Samuel, pedindo a fecundidade do povo, a fecundidade que vem da força de Deus, quando Ele desperta a memória da sua promessa e nos empurra para o futuro com a esperança. Este é o profeta! Este é o homem do olho penetrante que escuta as palavras de Deus”.

“Que a nossa oração neste período em que nos preparamos para o Natal do Senhor seja esta: ‘Senhor, que não faltem os profetas no teu povo!’. Todos nós, batizados, somos profetas. ‘Senhor, que não nos esqueçamos da tua promessa! Que não nos cansemos de seguir em frente! Que não nos encerremos no legalismo que fecha as portas! Senhor, livra o teu povo do espírito do clericalismo e ajuda-o com o espírito da profecia!’”.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

De Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de África), doutor da Igreja 

Homilias sobre os salmos, Sl 109
«Não sabemos»


         Na verdade, meus irmãos, aquilo que Deus prometia parecia inacreditável aos homens: que, a partir deste estado mortal em que são corruptíveis, desprezíveis, fracos, pó e cinzas, se tornariam iguais aos anjos de Deus! Foi por isso que Deus não Se limitou a estabelecer com os homens o contrato das Escrituras para que acreditassem, mas optou por um mediador e garante da sua fé: e não foi um príncipe, nem um anjo, nem um arcanjo, mas o seu Filho único. Assim, através do seu próprio Filho, mostrou-nos o caminho pelo qual nos conduziria ao fim que nos havia prometido. Porém, para Deus era pouco o seu Filho mostrar-nos o caminho; assim, Deus fez dele o caminho (Jo 14,6), que seguirás sob a sua direção, o caminho que trilharás. […]

         Como estávamos longe dele! Ele tão acima e nós tão em baixo! Estávamos doentes, sem esperança de cura. Foi enviado um médico, mas o doente não o reconheceu, pois «se de facto O tivessem conhecido não teriam crucificado o Senhor da glória» (1Cor 2,8). Mas a morte do médico foi o remédio do doente; o médico tinha vindo visitá-lo e morreu para o curar. Ele fez entender aos que acreditaram nele que era Deus e homem: Deus que nos criou e homem que nos recriou. Uma coisa era visível nele, a outra estava oculta; e o que estava oculto era muito mais importante do que o que se via. […] O doente foi curado pelo que estava visível para se tornar capaz de ver plenamente mais tarde. Ocultando esta visão suprema, Deus diferia-a, não a recusava. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Posted: 09 Jul 2013 02:30 AM PDT

Fundação Estoniana pela Defesa da Família e da Tradição coletou o maior abaixo assinado da história do país, recolhendo 38.000 assinaturas contra o “casamento” homossexual que alguns deputados tentam passar no Parlamento.

A Fundação fez chegar um convite nesse sentido aos 580.000 lares existentes na Estônia, tendo recebido a adesão de 6,5% da população do pequeno país.

Slawomir Olejniczak, porta-voz da Fundação, declarou à agência LifeSiteNews que a petição atingiu essa adesão recorde malgrado o silencio massivo da imprensa oficial do país.

“A Rádio Nacional (ERR) boicotou completamente nossa petição – e eu digo totalmente –, só concedendo pequenos espaços em artigos redigidos em seu site em inglês destinado aos estrangeiros”, disse Olejniczak.



Pela lei atual, “as duplas do mesmo sexo não têm direito a casar. A situação não vai mudar muito antes das próximas eleições parlamentares em 2015, porque os dois partidos da coalizão de governo não estão de acordo sobre os direitos dos homossexuais”.

A ERR informou que um estudo da Turu-uuringute AS apontou que 60% dos estonianos se opõem ao “casamento” homossexual.

Varro Vooglaid
“Trabalharemos duro para restaurar nossas tradições morais, que são o fundamento de nossa cultura – cultura focada na família, sobre a qual estão baseadas as nossas tradições; do contrário nossa cultura e nosso povo decaem”, explicou Varro Vooglaid, líder da Fundação pela Defesa da Família e da Tradição.

O abaixo assinado foi recebido oficialmente pelas autoridades do Parlamento estoniano, na capital do país, Tallinn

A Estônia foi escravizada pela URSS e, após décadas de domínio soviético, herdou uma situação moral e socialmente caótica, disse Varro.



Varro Vooglaid, que é professor de Direito, informou que após esse imenso abaixo assinado – grande para as dimensões do país – o projeto de “casamento” homossexual foi retirado do Parlamento.

Ele explicou que esta não é uma questão de Direitos Humanos. Na Estônia, explicou o líder pela vida, “ninguém tem o direito de pedir a redefinição da instituição da família e da instituição do casamento, da mesma maneira que não pode pedir o reconhecimento legal para estilos de vida perversos”.

As ONGs e o movimento LGBT possuíam milionárias verbas obtidas na Europa Ocidental para atropelarem as crenças e os estilos de vida dos estonianos.

As embaixadas dos EUA, Canadá, Grã-Bretanha e Áustria, por exemplo, hastearam bandeiras com o arco íris em Tallinn, capital do país, enquanto o projeto da agenda homossexual estava sendo introduzido no Parlamento.

Para Varro, a ofensiva da agenda homossexual mostra que esse movimento age com métodos não democráticos de “ocupação ideológica”.

“Isto é algo que não provém da nossa cultura, de nosso povo. É algo que nos está sendo imposto, não nos deixando sequer a possibilidade de dizer o que nós pensamos” – acrescentou.

“Isto não é tolerância. E se a tolerância fosse esse modo de proceder, então nós deveríamos ficar contentes sendo intolerantes” – concluiu.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

“Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”. 

Santa Luzia, rogai por nós!



Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2013 
Santa Luzia

Leitura do Livro do Profeta Isaías. (Is, 48,17-19)

Isto diz o Senhor, o teu libertador, o Santo de Israel: “Eu, o Senhor teu Deus, te ensino coisas úteis, te conduzo pelo caminho em que andas. Ah, se tivesses observado os meus mandamentos! Tua paz teria sido como um rio e tua justiça como as ondas do mar; tua descendência seria como a areia do mar e os filhos do teu ventre como os grãos de areia; este nome não teria desaparecido nem teria sido cancelado de minha presença”.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus (Mt 11,16-19)

Naquele tempo, disse Jesus às multidões: “Com quem vou comparar esta geração? São como crianças sentadas nas praças, que gritam para os colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta e vós não dançastes. Entoamos lamentações e vós não batestes no peito!’ Veio João, que nem come e nem bebe, e dizem: ‘Ele está com um demônio’. Veio o Filho do Homem, que come e bebe e dizem: ‘É um comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e de pecadores’. Mas a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras.”


Até hoje, as pessoas não se dão conta de que a sabedoria está no meio de nós e não a reconhecem nos seus semelhantes. E essa geração de hoje, como a de outrora, olha mas não vê, fala mas não ouve, ora mas não confia em que o Senhor Deus verdadeiramente os conduz e os ensina coisas úteis, conduzindo-os pelos caminhos da salvação em Nosso Senhor Jesus Cristo. Tenhamos fé e acreditemos nesse Deus todo poderoso que nos quer de volta, nos quer salvar!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013





Do Oficio das Leituras da Festa
De Nossa Senhora de Guadalupe

Primeira Leitura

Do Livro do Profeta Isaías  52,7.9-10; 54,10a. 11-14a. 15; 55,3b.12b-13

Sobre os montes foi anunciada a paz

52,7 Como são belos, andando sobre os montes, os pés de quem anuncia e prega a paz, de quem anuncia o bem e prega a salvação e diz a Sião: “Reina teu Deus!”
9 Alegrai-vos e exultai ao mesmo tempo, ó ruínas de Jerusalém, o Senhor consolou seu povo e resgatou Jerusalém.
10 O Senhor desnudou seu santo braço aos olhos de todas as nações;
todos os confins da terra hão de ver a salvação que vem do nosso Deus.
54,10a Podem os montes recuar, diz o Senhor, e as colinas abalar-se, mas minha misericórdia não se apartará de ti.
11b Eis que assentarei tuas pedras sobre rubis, e tuas bases sobre safiras;
12 revestirei de jaspe tuas fortificações, e teus portões, de pedras preciosas, e todos os teus muros, de pedra escolhida.
13 Todos os teus filhos serão discípulos do Senhor, teus filhos possuirão muita paz;
14 a terás a justiça por fundamento.
15 Se houver um ataque, não partirá de mim; quem te atacar, tombará frente a ti.
55,3b Farei convosco um pacto eterno, manterei fielmente as graças concedidas a Davi.
12b Montes e colinas cantarão louvores diante de vós e todas as árvores do lugar aplaudirão.
13 Em lugar de espinhos, crescerá o cipreste, em lugar da urtiga, a murta;

tudo será para a glória do Senhor,como um sinal eterno, que não desaparecerá.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A origem das maravilhosas bolas de Natal


Aproxima-se o Natal e os olhares de voltam para as bolas natalinas sem que muitos saibam sua maravilhosa origem. 

Nos primeiros séculos da árvore de Natal, colocavam-se frutas sobre tudo maçãs vermelhas e bem brilhantes que as crianças comiam na festa de Reis. 

Porém em 1847, Hans Greiner, um mestre vidreiro de Lauscha, cidade alemã da Turíngia, quis agradar seus filhos e imitou com vidro as frutas e nozes que pendiam da árvore natalina. 

Em 1858, uma grande seca deixou sem maçãs e frutas a região de Vosges e Mosela na França. 

Foi então um artesão vidreiro de Meisenthal que fabricou suas maravilhosas bolas.

As bolas natalinas de vidro alemãs e francesas começaram a conquistar as preferências. 

Mas quando a rainha Victoria da Inglaterra manifestou seu entusiasmo pela árvore de Natal cheia de adornos cristalinos todo o mundo quis ter algo semelhante. 

Os EUA consumiam fabulosas quantidades das bolas de Lauscha e novos fabricantes e novos materiais apareceram.

Após a II Guerra Mundial, o socialismo soviético, espécie de demônio da feiura anticristã estatizou as fábricas de Lauscha que acabaram fechando. 

Com a queda do comunismo, reviveram as antigas tradições e a produção retomou na cidade. 

No mundo todo em cada Natal produz-se mais de 100 milhões dessas bolas filhas do sorriso indizível da Civilização Cristã.

domingo, 8 de dezembro de 2013

 
 
 
Oração a Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Virgem Santíssima,
que fostes concebida sem o pecado original
e por isto merecestes o título ...
de Nossa Senhora da Imaculada Conceição
e por terdes evitado todos os outros pecados,
o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras:
"Ave Maria, cheia de graça";
nós vos pedimos que nos alcanceis
do vosso divino Filho o auxílio necessário
para vencermos as tentações
e evitarmos os pecados e,
já que vós chamamos de Mãe,
atendei-nos com carinho maternal
e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos.
Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013


VATICANO, 03 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Preparar-se para o Natal com a oração, a caridade e o louvor é manter o coração aberto para deixar-se encontrar pelo Senhor que tudo renova. Este foi o convite feito pelo Papa Francisco na Missa presidida na Casa Santa Marta nesta primeira segunda-feira do Tempo de Advento.
Comentando a passagem do Evangelho do dia, na qual o centurião romano pede com grande fé a Jesus a cura do servo, o Santo Padre recordou que nestes dias "começamos um caminho novo", um "caminho de Igreja… para o Natal". Vamos ao encontro do Senhor, "porque o Natal -enfatizou- não é apenas uma comemoração temporal ou uma lembrança de algo belo".

"O Natal é mais: nós vamos por este caminho para encontrar o Senhor. O Natal é um encontro! E nós caminhamos para encontrá-lo: encontrá-lo com o coração, com a vida; encontrá-Lo vivo, como Ele é; encontrá-Lo com fé. E não é fácil viver com fé. O Senhor, na palavra que escutamos, maravilhou-se deste centurião: surpreendeu-se da fé que ele tinha. Tinha empreendido um caminho para encontrar o Senhor, mas o tinha feito com fé. Por isso, não foi somente ele que encontrou o Senhor, mas sentiu a alegria de ser encontrado pelo Senhor. E este é precisamente o encontro que queremos: o encontro da fé!".

E mais importante do que encontrarmos Jesus, disse, é "deixar-nos encontrar por Ele".

O Papa disse que para isto é preciso ter um "coração aberto, para que Ele me encontre! E me diga aquilo que Ele queira me dizer, que nem sempre é aquilo que eu quero que me diga! Ele é o Senhor e Ele me dirá o que tem para mim, porque o Senhor não nos vê como um conjunto, como uma massa. Não, não! Ele nos olha a cada um no rosto, nos olhos, porque o amor não é um amor assim, abstrato: é amor concreto! De pessoa a pessoa: O Senhor, pessoa, vê a mim, pessoa. Deixar-se encontrar pelo Senhor é justamente isto: deixar-se amar pelo Senhor!".

Neste caminho para o Natal, concluiu, ajudam-nos algumas atitudes: "a perseverança na oração, rezar mais; ser mais concretos na caridade fraterna, aproximar-se mais àqueles que precisam; e ter a alegria de louvar o Senhor". Portanto, "a oração, a caridade e o louvor", com o coração aberto "para que o Senhor nos encontre".

terça-feira, 3 de dezembro de 2013




No domingo 24 de novembro foram venerados publicamente relíquias do Apóstolo São Pedro, na praça diante da basílica a ele dedicada no Vaticano.

Tratou-se da primeira exposição pública de suas relíquias, que tanto deram margem à polêmica histórica, arqueológica e científica.

Durante a cerimônia que encerrou o Ano da Fé, uma procissão trouxe para o altar um relicário de bronze com oito fragmentos de ossos do Apóstolo que Jesus Cristo instituiu como Príncipe supremo do Colégio Apostólico e chefe da Igreja. Dessa maneira, ele foi o primeiro Papa da História, por instituição divina.

Essa monarquia de origem divina vem sendo transmitida pelos Papas o longo dos séculos, e assim o será até o fim dos tempos.

Por vez primeira vez em 2 mil anos a Igreja exibia ao público as relíquias do primeiro papa, que estão habitualmente guardadas na cripta da Basílica de São Pedro, onde elas podem ser veneradas.

Dezenas de milhares de pessoas lotaram a célebre praça malgrado o frio quase invernal.


O debate sobre a autenticidade das relíquias estendeu-se nos últimos 70 anos, engajando cientistas e religiosos. 

Esse debate começou em 1939 quando o papa Pio XII autorizou o início da escavação da Basílica, para esclarecer todos os aspectos relativos ao túmulo do Príncipe dos Apóstolos. 

Em 1965, a arqueóloga Margherita Guarducci anunciou que havia identificado os ossos como sendo do primeiro vigário nomeado por Jesus Cristo. 

“Nenhuma outra hipótese é concebível quanto aos ossos encontrados”, disse a arqueóloga.

Sua tese também se baseava no fato de ter encontrado perto do túmulo a inscrição “Petr eni”, abreviação em grego de “Pedro está aqui”. 

Obviamente, como acontece nestes casos, houve contestações do ambiente científico e de religiosos, entre os quais arqueólogos jesuítas, mas que serviram para aprofundar os estudo se tirar uma certeza provada no crisol da crítica.

Em 1968, o papa Paulo VI fez o anúncio oficial das redescoberta.

Poucos dias antes, o jornal oficial do Vaticano, o L’Osservatore Romano, acrescentou que as relíquias também são “reconhecidas pela tradição” como sendo as próprias de São Pedro.

Além de fiéis, 1,2 mil patriarcas e arcebispos de ritos católicos de tradição oriental, cardeais, bispos e padres participaram da cerimônia.

Em diversos post deste blog, nós temos tratado do longo percurso da ciência para chegar à certeza de serem esses os ossos do Santo Apóstolo.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013


As quatro velas do Advento Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. 1º Domingo do Advento - Acende-se a PRIMEIRA VELA A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal, onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá. Oração: A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!